Como a
gordura corporal é composta basicamente por calorias estocadas, o jeito mais
conhecido para perder peso é queimar mais calorias do que você está ingerindo.
Faça isso e seu corpo irá começar a retirar as calorias que faltam das suas
reservas de gordura. Há mais nuances que isso, claro, mas para a maioria dos casos,
isso vale. Mas como exatamente estas calorias são queimadas?
Se você já
fez algum exercício programado numa esteira ou numa bicicleta ergométrica,
provavelmente já viu coisas como “cardio zone” ou “fat-burning zone”. Nós
chegaremos lá daqui a pouco, mas por enquanto, tudo que você precisa saber é
isso: o exercício físico é só um pedacinho da queima de gordura.
Há um excelente artigo (em inglês) na Active.com detalhando minuciosamente estes
processos, mas aqui vai uma explicação resumida. Há três categorias de
processos responsáveis pela queima metabólica. Entre 60% e 70% das calorias
queimadas por dia são processadas apenas por você estar vivo. Isto não tem nada
a ver com se mexer. Nada. É a chamada taxa metabólica basal. Outros 10% a 15%
são queimados pelo simples ato de digerir o que você come, o chamado
metabolismo digestivo (ou efeito térmico do alimento). Como diz a Active, estes
dois representam entre 70% e 85% — tudo isso mal tendo que mover um dedo.
Os últimos
15% a 30% vêm da atividade física, seja na forma de malhação (termogênese
associada a exercícios, ou EAT) ou apenas por andar pelo seu apartamento
(termogênese de atividades que não são exercício, ou NEAT).
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